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ENSINO PROFISSIONALIZANTE
EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: R$ 900.000 (sede com duas salas
para aulas, quadro, data show, cadeiras, computador e móveis de
escritório)
CAPITAL DE GIRO: R$ 100.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 50.000
FUNCIONÁRIOS: 3 (o dono e 2 administrativos)
PRAZO DE RETORNO: 36 meses
Apenas a Copa do Mundo de 2014 tem potencial de gerar 3,6 milhões de
empregos no Brasil, de acordo com pesquisa da FGV Projetos
encomendada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Os postos
de trabalho rolarão principalmente por três campos: construção civil,
turismo — que inclui hotelaria e gastronomia — e marketing. A Olimpíada
de 2016 deve incrementar esses números em mais 900 mil novas
ocupações a partir deste ano até o início dos jogos.
Emprego em alta é sempre boa notícia, mas a demanda será maior por
trabalhadores especializados. Com números tão expressivos, o setor de
educação prevê uma corrida aos cursos profissionalizantes. Com 15 anos
de experiência no segmento, a Unire Desenvolvimento Humano, de São
Paulo, planeja lançar em março programas de treinamento específicos para
a demanda trazida pelos eventos internacionais. São cursos de camareiras
e garçons, nos quais, além do ensino das funções profissionais, os alunos
receberão aulas de inglês para atendimento de estrangeiros. “É uma
qualificação que fará diferença”, afirma Ângela Clara Correa, 49 anos,
presidente do grupo. A escola, que fatura hoje R$ 1,2 milhão ao ano,
planeja crescer 30% a cada 12 meses até 2016, impulsionada pelas
competições.
A Unire começou em 1993 como uma escola para babás. Aos poucos,
passou a diversificar sua grade de ensino devido à demanda por cursos
profissionalizantes. Hoje a instituição oferece 27 programas de formação,
que abrangem de recreadores infantis a confeiteiros. Em média, 800 alunos
passam por mês pelas salas das quatro unidades do grupo.
Em 2010, a Unire pretende lançar seu sistema de franquias. “Há tempos
somos procurados para entrar nesse modelo. Agora é o momento”, diz
Ângela. Para ela, quem deseja aproveitar a onda da Copa e da Olimpía¬da
precisa investir em um método de ensino personalizado e desenvolver
material didático apropriado. O quadro de professores pode ser
terceirizado, mas apostilas e outros itens de aula devem ser de propriedade
da marca. A divulgação da escola também é fator essencial para o
progresso do negócio. “No nosso segmento, marketing não é custo, e sim
investimento”, afirma a empresária.
Fonte:
Fonte PEGN
Boas ideias de negócios na área de Ensino Profissionalizante
Equipamentos e instalações: R$ 900.000
Capital de Giro: R$ 100.000
Faturamento médio Mensal R$ 50.000
Prazo de retorno: 36 meses